No abismo da vida, existo;
Sem forças, resisto;
No mar da solidão, me afogo;
A pior das verdades, respiro.
Procuro o brilho da tua alma
na noite mais escura e sem lua.
Hora de partir, sem dizer adeus.
Agarro com todas as forças os laços que criei.
O lar das almas pecadoras,
para onde me dirijo.
Caio sem parar, não vejo nada além da dor
e do sofrimento.
Não vejo suas asas para me acalentar.
Não ouço mas sua voz lirica.
Não sinto mas a conexão entre nossas almas.
Cometi um erro e pagarei por ele.
Pelo resto da eternidade me encontrarei,
aqui no lar das almas perdidas.
A minha Terra de Sombras.
Cláudia
Cláudia
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