O sangue negro que corre em minhas veias clama pelo perdão eterno.
Vagando sem destino, a única certeza que tenho é que somos maquinas que nada é artificial a não ser a própria vida;
Como será “morrer”?
Sinto pena das pessoas que não encontraram o sentido de sua própria existência.
“Oh! Meu Deus, ajude-me”, dizem os que ainda acreditam nas mentiras contadas.
Pergunto-me quantas vidas a solidão tem, desde o começo dos tempos ela me acompanha e mesmo a matando ela volta com seu abraço calmo e congelante.
Quanto tempo os renegados levam para aceitassem como são?
“Você é , o que você tem”, será uma resposta que perderá o uso?
Eles gritam morte, as pessoas que pensam, que são e tem uma ideologia diferente da programada.
Sem lugar fixo, fujo da minha própria vida,
A mentira que eu mesma criei.
Cláudia Christian
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